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Um homem assumidamente machista, tomado pelo sentimento de vergonha do sistema patriarcal, faz uma série de reflexões, mea culpas e autoimplicações sobre o machismo.
Percorrendo memórias, cenas cotidianas e análises críticas e pessoais, o narrador revela como o machismo se sustenta menos em atos extremos e mais em hábitos normalizados. Sem redenção fácil nem moralismos fajutos, o livro propõe transformar a vergonha em responsabilidade e a crítica em prática diária.
Um convite àqueles que já entenderam que a mudança começa quando o privilégio deixa de se esconder e se transforma em autocrítica.