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Em “Necromance e a conquista do planeta dos dragões”, temos um ser sem forma, sem cor, que “resolveu criar um planeta, apenas para sua existência ter algum sentido”. No entanto, frustrado com Dark Helm, sua primeira obra, criou sem querer uma série de planetas muito mais bonitos e coloridos. Com inveja de sua criação, ao ver a diversidade de sentimentos nela representados, sentiu um terrível desejo de possessão e dominação de suas criaturas. Embora tomado de fúria incontrolável, Necromance decidiu não destruir os planetas, mas atacá-los para exibir seu poder. Intuitivo e sensível, nosso jovem escritor segue o padrão das narrativas mitológicas e dos contos de fadas, expressões de nosso inconsciente que buscam nos orientar nos diversos mundos em que transitamos.