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Fui pesquisar, em alguns dicionários, a palavra clássico. Em todos, a definição é bem abrangente. No que nos diz respeito, no entanto, “clássico” é: – fiel às tradições; – que serve de modelo; – sóbrio, despojado; – consagrado; e alguns mais, regionais, por exemplo, uma partida de futebol entre dois times importantes. Consta, também, como definição, “costumeiro, habitual”, mas para mim, é também “tudo aquilo que tem classe”. Ou seja, essas definições servem bem para nossos automóveis, até mesmo os mais simples, o carro do dia-a-dia, de uso habitual, mesmo se não for antigo. Mas um dia ele vai ser. O que nada tem a ver com “colecionável”. Afinal, um colecionador coleciona o que ele quiser, não vai ser uma convenção que vai determinar o que pode ou não ser colecionado. Por isso colecionamos carros, gibis, discos, livros e muitas coisas mais. Isso não tem relação, também, com critérios de classificação e participação de exposições. Cada uma tem suas regras. Reuni, nesta edição, alguns automóveis que considero clássicos. Mas não todos. Clássicos ou não, são automóveis que, tenho certeza, todos nós gostaríamos de ver.